Poções & Encantos by Tânia Gori

31 de Outubro – Dia de Perséfone

PERSÉFONE – PROSÉRPINA

Perséfone (nome grego) – Prosérpina (nome romano)

Filha de Zeus e Deméter na mitologia grega, ou na mitologia romana filha de Júpiter e Ceres, Perséfone (Persephone) ou Prosérpina, foi esposa de Hades.

Vivemos a iminência da chegada do novo visitante do Sistema Solar. Sincronamente a humanidade passa pela transição mais crítica de sua história: estamos no limiar de uma passagem de século, de um milênio e de uma era astrológica.

A Era de Peixes se despede e vai deixando para trás um período de 2000 anos de duro aprendizado.

Nestes dois últimos séculos, graças ao advento da Era Científica, a humanidade vem se desenvolvendo de forma exponencial. É o sinal da entrada na Era de Aquário.

Infelizmente, este avanço científico ainda não teve ressonância no nível psicológico e espiritual da humanidade.

Existe ainda um perigoso desequilíbrio na raça humana. Mesmo com tantos recursos à sua disposição ainda existe o sofrimento causado pela fome e pela desigualdade.

E é justamente neste limiar, neste final-início de eras, que desponta o novo planeta.

Que seja Prosérpina! Como no mito, sua volta traz a Primavera e garante novas colheitas. Seu retorno do reino das sombras faz ressurgir a esperança, o calor e a abundância.

Sua reaparição na luz do dia faz brotar as sementes, garante o cantar dos pássaros, traz boas colheitas e aumenta os recursos.

É com base nesta mensagem de esperança, simbolizada pelo retorno de Prosérpina, que esperamos pelo seu ressurgimento do mundo das trevas – do além Plutão. Seja bem vinda, Prosérpina!

A VOLTA DE PROSÉRPINA DO REINO DAS TREVAS
Otávio Azevedo

Estamos vivendo o momento que cerca a descoberta de mais um planeta do Sistema Solar, o tão cogitado astro transplutoniano.

Ainda não existem certezas nem tabelas que nos permitam localizar fisicamente este planeta nos mapas astrológicos, o que seria uma maneira direta de verificar a sua relação com a nossa vida. Planeta-X, Carla, Perséfone…

Vários nomes já foram cogitados para o novo planeta, e muitos cientistas e astrônomos vêm se manifestando a respeito, mas nós, astrólogos, já elegemos o nome para o companheiro – ou melhor, a companheira – de Plutão nos confins do Universo: Prosérpina.

Filha de Júpiter e Ceres, Prosérpina (que no mito grego toma o nome de Perséfone) foi raptada por Plutão num dia em que colhia flores, quando retirava um narciso especialmente colocado por Plutão…

Daí foi levada para o Tártaro, o reino infernal presidido por Plutão. Desesperada pela perda da filha, Ceres pediu a Júpiter que a trouxesse de volta.

Júpiter concedeu, mas com a condição de que Prosérpina ainda não houvesse comido nada no reino de Plutão. Como Prosérpina já havia comido seis grãos de romã, foi condenada a ficar nos Infernos como esposa de Plutão e rainha das sombras.

A tristeza de Ceres pela perda da filha fazia com que tudo ficasse estéril e sem vida à sua volta: era o Inverno, que secava o solo e tornava tudo árido e improdutivo…

Compadecido dos homens e de Ceres, Júpiter deu permissão para que Prosérpina passasse seis meses na companhia da mãe e seis meses no Tártaro. Porém, Ceres não se satisfez de todo.

Quando Prosérpina estava longe, as árvores perdiam as folhas e a terra caía fria e despojada. Até os pássaros se calavam. Porém na sua volta os pássaros a agasalhavam com seus cânticos, as folhas brotavam e se abriam: o Inverno havia terminado. Era a Primavera seguida pelo Verão.

Por uma notável sincronicidade, os nomes atribuídos aos planetas representam figuras mitológicas que refletem no mito a sua função astrológica. Esta sincronicidade não é a única coincidência a vincular a Mitologia, o Céu e a Astrologia.

Uma segunda coincidência é a época em que os planetas são descobertos, cujos fatos e tendências mundiais também refletem o significado astrológico atribuído ao planeta.

Isto foi verificado a partir da descoberta de Urano, em 1781, e posteriormente constatado nas descobertas de Netuno e Plutão.

Urano rege o novo, a mudança, o inesperado. Também preside a ciência, e seu descobrimento coincidiu com o advento de características mundiais totalmente novas e inesperadas, como a Revolução Industrial, que abriu caminho para descobertas científicas, sobretudo no campo da eletricidade, que mais tarde deu origem ao rádio, TV, avião etc.

Este início da Era Científica viria a revolucionar os métodos de comunicação e da produção de bens de consumo, originando o Capitalismo, sistema politico-econômico regido por Urano.

Este planeta também simboliza os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, e na sua forma mais tensa provoca rebeldia, revolta e rupturas.

Fonte : http://www.girafamania.com.br/historia_arte/mitologia-grega-persefone-proserpina.html

Ritual de Perséfone

Nesse ritual, use incenso de sândalo, olíbano, cássia ou pinho. Será necessário um bastão decorado com fitas coloridas, uma cesta de vime para depositar o bastão, um sino e uma maçã.
Abra o círculo, visualizando-o circundado por um círculo de fogo. Chame pelos quatro ventos para montarem guarda.
Fique de pé diante do altar, voltado para o leste. Erga seus braços em saudação e diga:
Entre os mundos eu ergui este altar.
Fora do tempo, este rito conduz ao antigo caminho,
Onde poderei encontrar Deméter do grande Olimpo,
E conjurar alta magia. Apareça, eu ordeno.
Coloque o bastão decorado na cesta de vime e leve-a para o leste e diga:
Perséfone retorna ao Submundo.
Não pranteie, Mãe Terra,
Pois a Criança Divina do Amor está aqui.
Vire a cesta para o sul e diga
Perséfone retorna ao Submundo
Apesar de a luz enfraquecer,
Ela retornará à Terra.
Vire a cesta para o oeste e diga:
Perséfone retorna ao Submundo.
O frio do inverno se aproxima,
Mas apenas por um breve período.
Termine voltando a cesta para o norte e diga:
Perséfone retorna ao Submundo.
A Terra permanecerá em repouso
Até que a luz de seu Filho Divino
Torne a se fortalecer e brilhe sobre nós.
Posicione a cesta no chão diante do altar. Toque o sino três vezes. Apanhe a adaga ritual com sua mão de poder e a maça com a outra. Diga:
Revele-me seus segredos ocultos
Para que eu possa
Compreender seus Mistérios sagrados.
Corte a maça na horizontal para revelar o pentagrama em seu interior. Contemple este símbolo sagrado por alguns instantes. A seguir, diga:
Na vida está a morte, na morte está a vida.
Tudo deve obedecer à sagrada dança do caldeirão,
Era após era, para morrer e renascer.
Ajuda-me a lembrar que cada início tem um fim
E que cada fim traz um novo início.
Morda um pedaço da maçã. Deixe o restante para posteriormente compartilhar com os passarinhos. Diga:
Sagrada Mãe Deméter,
Conforte-me e proteja-me em meus períodos de dificuldades,
Instrua-me nos Mistérios.
Você e sua filha Perséfone possuem o poder
Para conduzir-me a um novo entendimento.
Feche o círculo e dê por encerrado o ritual.

Fonte : http://contossollua.blogspot.com.br/2009/09/ritual-de-persefonerealizado-em-lua.html

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Categorised in: Bate Papo com a Bruxa, simpatias & Feitiços

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