Poções & Encantos by Tânia Gori

Dicas para conseguir sua prosperidade financeira em 42 dias – Parte I

A Prosperidade

A importância dos Mantras
Muitas pessoas confundem pobreza com virtude, e se analisarmos friamente o assunto,
observaremos que, onde há falta de dinheiro, provavelmente, existirá uma grande dificuldade para
ter-se boa educação, cultura, vida saudável, condições de higiene e de lazer, e de muitas outras
coisas.
Desejarmos e termos a prosperidade em nossas vidas, não é errado, muito menos “pecado”
como erroneamente, muitas vezes, concluímos. Somos parte da Natureza e se a ela observarmos,
verificaremos que, se não houver abusos ou negligência humana, haverá abundância em tudo.
Semeando na hora, e de uma forma correta, colheremos sempre muitos e bons frutos.
Se a pobreza e a falta de recursos fossem um caminho para a felicidade, como acreditam
muitos, como ficaria o progresso, sem as verbas necessárias para estudos e pesquisas e suas
conseqüentes inovações tecnológicas, voltadas para o bem estar e progresso geral do ser humano e
de nosso planeta?
E a nossa família? Você não gostaria de pagar uma boa universidade para seus filhos, ou poder
viajar e descansar junto com os seus, sem preocuparse com as despesas que terá ou as dívidas
quando do seu regresso?
Muitos místicos, filósofos, religiosos e mestres do passado viveram sem muitos recursos, isso é
uma verdade. Mas como será que viveriam hoje, com toda a tecnologia existente no planeta?
Fariam grandes viagens pelos continentes, a pé, como antes, ou aproveitariam o concurso de
modernas e rápidas máquinas voadoras? Fariam palestras em praças públicas a reduzidos números
de ouvintes ou utilizariam os modernos meios de comunicação, ampliando o poder de suas
mensagens?
E para isso, não seria necessária alguma soma em dinheiro? E mesmo que esses trabalhos
fossem patrocinados por grupos filantrópicos, também estes não necessitariam de recursos para tal
empreendimento?
Os tempos mudaram, o mundo mudou e está mudando constantemente; mas, e os seus padrões
e conceitos, também estão?

O Dinheiro

fartura.jpg
No começo da nossa civilização, os indivíduos faziam trocas de mercadorias para adquirirem
os bens ou produtos de que necessitavam. Com o tempo, essa forma de comércio, foi se tornando
cada vez menos praticável, pois, imaginem alguém que criasse camelos, os levassem a um mercado,
onde eram realizadas essas barganhas, e tentasse trocá-los por agulhas. Qual seria o parâmetro dessa
negociação, ou quantas agulhas valeriam um camelo e vice-versa?
De uma maneira bem simples, estamos tentando demonstrar como se tornou necessário, no
passado, a criação de algo que representasse, ou possuísse algum valor, tornando mais fáceis às
trocas ou aquisições de mercadorias.
Por isso, alguém, no passado muito remoto, inventou a moeda. As moedas possuíam um valor
intrínseco, ou seja, eram de ouro, bronze e prata, e passaram a ser o meio pelo qual as pessoas
adquiriam os bens ou serviços de que necessitavam.
Grandes quantidades de moedas eram acumuladas pelas pessoas que, ou as escondiam, ou as
carregavam consigo, em suas viagens.
Com o passar do tempo, começou a tornar-se perigoso andar com esses tesouros, pois, naquela
época, também havia roubos e furtos, além do que, as viagens aos povoados ou aos mercados eram
feitas a pé, ou com a ajuda de rudes animais, necessários para carregar o peso excessivo das
moedas, o que facilitava em muito o assédio de salteadores.
Surgiu então, devido a essa necessidade, o papel-moeda ou dinheiro, como o conhecemos e as
primeiras Instituições Financeiras.
O papel-moeda passou a ser, então, um meio de pagamento ou de trocas, e, dotado de um valor
nominal, através de cunhagem, estava em condições de servir aos indivíduos.
As pessoas depositavam seus tesouros em instituições, devidamente legalizadas pelos órgãos
oficiais, e recebiam em troca, o papel-moeda, no seu valor correspondente.
Essa história daria um livro a parte, mas esse simples resumo é só para concluirmos que, o
dinheiro, portanto, já que não foi criado por nenhum anjo ou demônio, e sim, pelo próprio homem,
para satisfazer a suas necessidades evolutivas, não é bom, nem mau; é apenas dinheiro, e o que
fizermos dele, ou o que fizermos para tê-lo, é que o fará ser um bom ou mau instrumento na nossa
ou na vida dos outros, é esse o receio das religiões: que o homem se perca pela má utilização do
dinheiro e da sua valorização acima dos bens espirituais, mas desejamos que não seja esse seu caso
e que o dinheiro seja uma benção em suas mãos.

Corrente positiva do dinheiro

dinheiro
Com o grande avanço tecnológico e, atualmente, com o surgimento da Internet, o “mercado”
tornou-se global e muito mais cômodo. Podemos adquirir qualquer bem que estiver dentro de
nossas possibilidades financeiras em qualquer parte do planeta.
Quando compramos algo, seja através de um computador, de um telefone, ou simplesmente
indo a uma loja ou a um mercado, desencadeamos um processo, no qual muitas pessoas são
envolvidas.
Usemos um exemplo bem simples: quando compramos uma caixa de fósforos, através de
qualquer meio de comércio, estamos adquirindo o produto final do trabalho de uma série de
pessoas.
Vejamos: alguém plantou uma árvore, que foi cortada e transportada por uma máquina até uma
madeireira, que a vendeu a uma fábrica, que a cortou em diversos palitos, montou cada um com o
produto que através da fricção o faça acender, montou as embalagens e coloco a cargo de uma
empresa, fazer a distribuição ao estabelecimentos que atendam ao público em geral.
Agora, pare e pense. Desde o início do processo, quantas pessoas foram envolvidas até chegar
à caixa de fósforos em nossas mãos? Se pensarmos que cada trabalhador envolvido neste processo
tem família, multiplicamos ainda mais os envolvidos.
Só citamos um produto, e quantos não existem que utilizamos diariamente? Se visualizarmos a
cada nova aquisição que fizermos, que estamos colaborando com o trabalho e a manutenção de um
grande número de pessoas, estaremos pensando no dinheiro com muito mais carinho e libertando a
energia poderosa que nele existe.
Da mesma forma, quando somos avarentos, ou seja, acumulamos o dinheiro apenas por
acumular, não permitindo que essa energia positiva circule, ai sim, estaremos transformando o
dinheiro em nosso senhor, e essa energia estagnada, com certeza, não nos fará bem.
Não queremos dizer que não devemos poupar ou termos nossas reservas, mas você deve saber
muito bem a diferença entre poupar e ser avarento.
Não precisamos também, comprarmos tudo o que virmos a nossa frente. Que apenas, quando
adquirimos algo, não o façamos com dó do que estamos gastando, mas sim, com alegria e
desprendimento, na certeza que, através do nosso ato, estaremos circulando a energia positiva do
dinheiro, auxiliando direta e indiretamente a muitas pessoas.
Onde quer chegar
Embora todos desejamos tê-la, a idéia de prosperidade pode, às vezes, ficar vaga em nossa
mente.
Antes de começarmos este nosso novo processo, que é o de sermos prósperos de uma vez por
todas, é importante fixarmos objetivos e metas que queiramos alcançar.
Analise o que é prosperidade segundo seu ponto de vista, pondere quais seriam as coisas ou
acontecimentos que lhe fariam sentir-se mais feliz, mais saudável, mais jovem, ou “realizado”. Não
se esqueça que, para darmos uma grande caminhada, necessitamos de muitos passos; portanto,
apenas como uma sugestão, estabeleça grandes objetivos, mas determine metas intermediárias, onde
possa ir dando seus passos rumo a seus grandes objetivos, de uma forma determinada e constante.

Saiba que você poderá realizar o exercício deste livro várias vezes e a cada nova oportunidade,
poderá rever e refazer suas metas e objetivos anteriormente traçados.
Após refletir muito sobre o assunto, anote abaixo três grandes objetivos que gostaria de atingir:

1. ———————————–
2. ———————————–
3. ———————————–

Anote agora, três metas intermediárias para atingir esses objetivos, lembrando que a cada novo
período de exercício, elas poderão ser substituídas, à medida que você for alcançando novos
patamares de prosperidade.
Ex: Se o objetivo principal é cursar uma universidade, as metas intermediárias poderão ser:
alfabetizar-se; completar o curso técnico, fazer um cursinho preparatório ou até mesmo, adquirir
recursos financeiros para tal fim.

1. ———————————–
2. ———————————–
3. ———————————–

Não continue a leitura enquanto não preencher esses campos. Não se acanhe, escreva. Esse é o
primeiro passo para a materialização de seus objetivos e, se não fosse importante, não lhe seria
pedido.
Comece já a criar o seu futuro e não se preocupe por esquecer algo ou ter um número grande
de objetivos, pois Deus sabe o que é importante para todos nós. E mesmo as coisas que não tenha
anotado, mas que sejam boas, poderão vir até você, através das condições mentais, prósperas e
otimistas, que está criando.

Beijos Encantados

Tânia Gori

Texto retirado da internet –  Prosperidade em 42 Dias – Humberto C. Pazian – Letras & Textos Editora

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