
Na antiga tradição européia, este mês chamva-se Lua de Sangue devido aos preparativos para o inverno, quando se caçava ou matavam animais que não serviam mais para reprodução, defumando-se a carne. Na Irlanda, o mês chama-se Deireadh Fomhair.
Os povos nativos o dominaram de Lua do sangue, Lua da caça, Lua das folhas que caem e mês do tempo mutável.
No calendário druídico, a letra Ogham correspondente é a Ngetal e a planta sagrada e o Jungo. O lema do mês é “prepare-se,pois surpresas ou contratempos estão lhe aguardando”
Os celtas celebravam neste mês Cernunnos, o Deus Cornífero, o caçador,consorte da Deusa e representação do poder fertilizador masculino.
Na Grécia, o mês começava com o festival da Thesmophoria reservado apenas ás mulheres.Durante três dias, reencenava-se o retorno da deusa Perséfone a seu reino no mundo subterrãneo .Invocavam-se também a deusa Deméter e Ártemis para punir todos aqueles que tinham ofendido ou agredido mulheres. Nos países nórdicos, o festival Disirblot celebrava a deusa Freyja. Na Índia,celebravam-se a deusa Durga,como festival de quatro dias Durga Puja e a deusa Lakshmi, com o festival de Luzes Diwalii. Lanternas e lamparinas são acesas por todas as partes e as famílias em honra aos pais.Todos resolvem seus conflitos, invocando as bençãos das deusas co cântigos e orações.As pedras sagradas do mês são a opala e a turmalina, as divindades regentes ;Deméter,Perséfone,Ishtar,Durga,Lakshmi,Cernunnos,Cailleach,
Freyja,Astarte,Ísis,Osíris e Hell.
Guiada pelas antigas crenças e tradições, dedique algum tempo, durante este mês, para descobrir, avaliar e superar suas perdas,sejam elas materiais ou emocionais.Liberte-se das mágoas e dos ressentimentos,cure suas feridas com o bálsamo do perdão, purifique seu ambiente e reverencie seus ancestrais.
Publicado por Tânia Gori
Sou Tânia Gori, mulher, mãe, professora, numeróloga, astróloga, administradora e eterna buscadora dos mistérios que permeiam a vida. Desde a infância, guiada por minha avó materna, Petronilia Moreira, iniciei-me na Bruxaria Natural aos seis anos de idade. Esse caminho sagrado se tornou o fio condutor de minha existência, levando-me ao estudo e à prática das artes mágicas, das terapias integrativas e da espiritualidade.
Minha vida é dedicada à busca por conhecimento, conectando-me às mentes criadoras espalhadas pelo planeta. Entre minhas maiores paixões está a Cozinha de Bruxa, onde transformo ingredientes naturais em alquimia culinária, unindo sabor, tradição e magia.
Como autora, escrevi três livros que inspiraram gerações de praticantes:
Bruxaria Natural – Uma escola de Magia
Bruxaria Natural II – Magia da Conquista
A Bruxa e o Cavaleiro
Minha formação é ampla e transdisciplinar:
Teologia (Faculdade Teológica e Apologética Cristã).
Ciências Contábeis (Fundação Santo André).
Reiki e sistemas energéticos: Magnified Healing, Tradicional Mikao Usui – Dentho Reiki Ryoho, Wiccan Reiki, Reiki Xamânico, Bushido, Sheichim Sekhem Reiki (The International Center of Reiki Training – Michigan, USA).
Técnicas corporais e terapêuticas: Relaxamento, concentração, dança terapia, ritmos brasileiros, oficinas de psicologia e recreação (Fitness Brasil).
Facilitadora em Atividades Bioenergéticas e Dança Circular Sagrada.
Membro da Federação Internacional de Celtic Reiki na Irlanda.
Idealizei a Bruxaria Natural como filosofia de vida no Brasil e sou hoje CEO da Casa de Bruxa, a primeira Universidade Livre Holística de São Paulo, espaço dedicado ao ensino e à prática das artes mágicas e terapias complementares. Também sou a organizadora da Convenção de Bruxas e Magos na Vila de Paranapiacaba, o maior encontro do gênero na América Latina, que reúne milhares de pessoas todos os anos.
Sou reconhecida como Doutora Honoris Causa por minha contribuição ao diálogo inter-religioso e à inclusão social, e carrego com orgulho o título de treinadora de almas, pois acredito que cada ser humano é um universo em expansão, em busca de cura, sabedoria e amor.
Hoje, além de presidir a Associação Brasileira de Bruxaria, sigo comprometida em promover a disseminação da cultura pagã, do respeito à diversidade espiritual e da consciência de que o verdadeiro caminho é aquele que conduz ao Amor sem preconceitos.
🌙 Beijos Encantados,
Tânia Gori
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